domingo, 22 de junho de 2014

Lula sai do Banco!!

Eleição 2014: Lula entrou em campo

Por Mauricio Dias, na revista CartaCapital:

Mais cedo do que a oposição esperava e certamente temia, Lula voltou ao jogo da competição presidencial na condição de “cabo eleitoral”, anunciada inicialmente ao Partido dos Trabalhadores, e confirmada na longa entrevista a CartaCapital (ed. 802), quando sepultou de vez o movimento “Volta Lula”:

“Sou cabo eleitoral da companheira Dilma Rousseff para o segundo mandato à Presidência (...) bem formada ideologicamente e muito leal. Nunca iria disputar sua candidatura”.

Lula fechou o ciclo dos petistas que insistiam no retorno dele à disputa direta para presidente e, também, dos oposicionistas que estimulavam, ardilosamente, o movimento pró-Lula, com a finalidade de enfraquecer a candidata, em momento de queda nas pesquisas. Valiam-se ainda dos dados dessas sondagens, onde fica exposta a paixão do eleitor pelo metalúrgico que invadiu o clube restrito dos ex-mandatários brasileiros.

Desce o pano.

O ex-presidente Lula entrou de novo em cena, com mais determinação, após a convenção do PSDB, que homologou a candidatura de Aécio Neves à Presidência. Neto de Tancredo, ex-governador de Minas Gerais e, atualmente, senador da República Aécio, como tem feito, endureceu o discurso contra o PT. Afirmou que um tsunami varreria os petistas do Planalto, onde, ao contrário de São Paulo, governado há 20 anos pelos tucanos, haveria água suficiente para atender a todos os sonhos.

FHC, tucano-mor, compareceu ao evento. O ex-presidente, como se sabe, finge que acredita em eleições puras, incluindo a reeleição dele próprio, embalada pela compra de votos no Congresso para a aprovação da necessária emenda constitucional. A partir daí, passou a envergar o surrado fardão da ética. O País, segundo ele, não quer mais “os corruptos, os ladrões que ficam empulhando” o Estado.

Não era preciso mais. Foi o suficiente para Lula dar as respostas que julgou convenientes. Ele entrou em campo e mudou as regras do jogo. Tirou o governo do córner, acuado por dificuldades econômicas, a pressão da mídia e a queda de Dilma nas pesquisas de intenções de votos. Surgiu, então, a possibilidade de realização do segundo turno.

Um segundo trunfo da presidenta é a extensa agenda de programas do governo construída ao longo de quase quatro anos. Eis alguns: Pronatec, Pro-Uni, Minha Casa Minha Vida, Mais Médicos.

Essa agenda terá papel importante no horário da propaganda eleitoral gratuita na televisão e no rádio. Esse é o terceiro trunfo de Dilma. Em princípio, ela terá perto de 12 minutos de programa. Isso significa a metade do horário eleitoral ainda a ser oficialmente definido e dividido com outros candidatos. Oficiosamente, os dois maiores adversários da presidenta (Aécio Neves e Eduardo Campos) terão pouco mais de quatro minutos e pouco menos de dois minutos, respectivamente.

O tempo é pequeno. Longo, porém, para o discurso dos dois. Além do palavrório vazio, não se conhece o programa de governo da oposição.

Isso faz a diferença.

A melhor!!!

Torcedores experientes dizem que copa brasileira é a melhor da história

Brasil 247 - Torcedores que acompanham várias edições da Copa do Mundo afirmam que o evento brasileiro tem se destacado; "Esta Copa realmente tem muitas coisas especiais. Se compará-la à da África do Sul é até covardia", diz o irlandês Daniel Sheahan, que já acompanhou oito copas; "Nota-se claramente uma grande vontade de tornar tudo especial. Isso não aconteceu na Copa da Alemanha porque, apesar de muito educados, os alemães costumam ser frios na relação com turistas, completa; "Não é apenas a vontade dos brasileiros em ajudar aos turistas. Aqui há muito mais festas", diz o equatoriano José Bastidas, 31 anos.

Pedro Peduzzi e Mariana Tokárnia - Repórteres da Agência Brasil
Com a experiência de quem acompanhou oito copas do mundo de futebol, o irlandês Daniel Sheahan, 55 anos, não pestaneja: "A atual Copa do Mundo está sendo a melhor de todas". A opinião é compartilhada por diversos turistas que também participaram de outras edições do torneio. "Não que tudo esteja perfeito. Em todas as copas às quais fui houve algum tipo de problema, como preços altos, dificuldades com transporte ou roubos. Mas isso faz parte de um evento deste porte", disse à Agência Brasil o irlandês, que já teve sua mochila roubada em duas edições do torneio.
"Isso aconteceu nas copas da França, quando duas pessoas pegaram minha mochila e fugiram em uma moto, e nos Estados Unidos, quando em um momento de distração levaram minha mochila", disse ele. "No caso da França, meu amigo passou pelo mesmo problema. Ao que parece era uma quadrilha de motoqueiros especializados nesse tipo de roubo", acrescentou.
Fã do futebol brasileiro, o irlandês sempre priorizou assistir aos jogos do Brasil. Mas nem sempre foi possível devido à concorrência. "Esta Copa realmente tem muitas coisas especiais. Se compará-la à da África do Sul é até covardia. O barulho das vuvuzelas era insuportável e estragava o clima do estádio. Para piorar, de todas elas saía muita saliva, o que era bastante preocupante, porque a incidência de doenças como tuberculose é muito grande naquele país".
Por aqui, explica, os brasileiros buscam se divertir sem incomodar os outros. "Nota-se claramente uma grande vontade de tornar tudo especial. Isso não aconteceu na Copa da Alemanha porque, apesar de muito educados, os alemães costumam ser frios na relação com turistas". Além das quatro copas citadas – Estados Unidos (1994), França (1998), Alemanha (2006) e África do Sul (2010) – e da atual, Sheahan diz que foi às copas da Espanha (1982), do México (1986) e da Itália (1990).
Impressão similar tem o equatoriano José Bastidas, 31 anos. "Não é apenas a vontade dos brasileiros em ajudar aos turistas. Aqui há muito mais festas e uma comunicação mais fácil, até pela semelhança com outras línguas. É mais fácil entendermos e sermos entendidos pelos brasileiros", disse ele.
A Copa de 2014 é a quarta do suíço Domenique Brenner, de 40 anos. "Na comparação com 1998, 2006 e 2010, esta é a melhor, porque está sendo disputada no melhor lugar e com as melhores pessoas", disse ele. "A organização do evento é sempre bastante similar, porque envolve a mesma estrutura, que é a estrutura da Fifa". A maior crítica é em relação aos caixas rápido dos bancos no Brasil, usados por ele para evitar idas a casas de câmbio. "Muitas dessas máquinas não aceitam cartões internacionais", queixa-se.
Brenner e outros suíços entrevistados pela Agência Brasil reclamam do preço dos restaurantes nas cidades-sede e das bebidas nos estádios. "Apesar de muito bons, os restaurantes são muito caros. Principalmente as churrascarias", disse Brenner. Já Denis Rapin, 47 anos, avalia que nem tudo é tão caro, levando em consideração o fato de que se trata de uma Copa do Mundo. Ele viaja com um grupo de 20 pessoas.
Para Rapin, os preços cobrados na cidade não são tão altos quanto imaginava. "Quem cobra caro aqui é a Fifa. Principalmente a cerveja nos estádios", disse. "Esta é a minha primeira Copa do Mundo, mas não será a última. Esses dias têm sido muito agradáveis. A receptividade e a amabilidade dos brasileiros realmente impressiona. Todos muito amigáveis, desde o taxista até os profissionais da área de turismo. Em Brasília [onde assistiu à partida entre Suíça e Equador] senti falta de bares mais festivos. Acho que o que falta aqui são bares típicos especializados em cachaça".
Viajando há sete meses pela América do Sul, Andre Urech, 34 anos, está no Brasil pela primeira vez e assiste sua segunda Copa. A primeira foi na África do Sul. "Está tudo tão bom que já decidimos: voltaremos o quanto antes ao Brasil. Simplesmente estamos amando as pessoas daqui", disse ele, ao lado da companheira de viagem Ramona Rüegg, que também foi à Copa de 2010. Ela faz coro: "A atmosfera aqui é muito melhor, e as pessoas muito mais amigáveis".
Os dois elogiam a organização do evento, apesar da dificuldade com o transporte público. "Demorou cerca de 30 minutos para pegarmos um ônibus, e o táxi está muito caro", disse. "Mas tudo faz parte do clima e do sentimento que envolve uma Copa do Mundo", completa. A exemplo de outros suíços que assistiram ao jogo contra o Equador, o casal reclama principalmente da dificuldade para comprar cerveja. "A fila é muito grande e faz a gente perder muito tempo do jogo. Mas isso também aconteceu na África", disse Urech.
Dirigente do Barcelona de Guayaquil, no Equador, Carlos Rodrigues também avalia esta como a melhor Copa de todos os tempos: "É muito superior, tanto dentro como fora de campo".
"Uma coisa que me chama a atenção é o fato de ela [Copa] estar sendo totalmente diferente do que vinha sendo mostrado pela imprensa. O Brasil é 100% no que se refere a receber turistas. Tudo é perfeito: a hospitalidade, a estrutura... Além disso, há muito amor e alegria no ar. Viemos para cá justamente para desfrutar desse clima de Copa", disse.
O publicitário colombiano Héctor Greco, 33 anos, também foi surpreendido positivamente pela Copa brasileira. "Eu esperava muito menos. O que mais me surpreendeu foi a troca de cultura entre os países, em um clima de competitividade, sem brigas. É uma oportunidade única de conhecer o mundo em um só lugar".
Ele lamenta as grandes distâncias que têm de ser percorridas para acompanhar os jogos. "As passagens de avião são caras, é difícil ir de ônibus e, infelizmente, não há uma cultura de transporte de passageiros por meio de trens no Brasil". A hospedagem também está muito cara, diz o publicitário: "Pagamos R$ 21 mil para alugar, por um mês, um apartamento no Rio de Janeiro".
O cirurgião plástico e cônsul honorário do Equador em Campinas (SP), Oswaldo Vallejo, 56 anos, já gastou, entre passagens, hospedagens e ingressos para os jogos, mais de R$ 18 mil para ter sua primeira experiência em Copa do Mundo. "Conheço pouco Brasília, porque cheguei há apenas um dia. Mas o deslocamento do hotel até o estádio foi bastante fácil, pela proximidade. Essa realmente representa uma grande vantagem para a cidade", disse ele em meio a elogios em relação à divulgação, às placas e aos voluntários "proativos e sempre tentando ajudar até mesmo nas situações em que não precisamos".
Depois de enfrentarem mais de 8 mil quilômetros de viagem em ônibus, vindos de Quito, no Equador, o administrador Paul Tamayo e os engenheiros Alvaro Granda e Edgar Baculima optaram por acampar na Universidade de Brasília. Tudo, para assistir à estreia do Equador na Copa, mas o "perrengue" não diminuiu o entusiasmo: "O Brasil é muito bonito, assim como as pessoas", diz Tamayo. Perguntado sobre os preços na capital, Granda responde: "De preços não falamos. Viajar até aqui foi bastante duro, mas com a vontade de ver o Equador jogar, tudo fica mais fácil".
Quem também viajou muito para viver uma experiência de Copa foi o australiano Victor Vu, de 28 anos, na esperança de ver algum país asiático ou africano vencer a competição. "Torço principalmente para a Costa do Marfim por causa do [atacante] Drogba, de quem sou fã. Mas o que realmente me motivou a vir foi a boa reputação que o Brasil tem lá do outro lado do mundo, especialmente no que se refere a festas", disse.
Apesar de seu país não ter se classificado para a Copa, Jan Kolin, da República Checa, quis vir ao Brasil para vê-la "no país mais bem sucedido" no mundo do futebol. "Desde criança eu sonhava em ver uma Copa. Quando soube que esta seria no Brasil, decidi tornar o sonho uma realidade", disse. Ele relata problemas de comunicação, já que poucos falam inglês.
Os peruanos Marcial Olano, 55 anos, e Herman Chaves, 45, também não precisaram que sua seleção viesse participar dos jogos para decidir curtir a Copa no Brasil. "Queremos que um país sul-americano ganhe, porque somos povos irmãos integrando uma mesma torcida", disse Olano. Chaves veio para realizar o sonho do filho Jared Chaves, 13 anos. "Não esperávamos tanta organização. Isso em muito nos surpreendeu. Está melhor do que havíamos sonhado. Não passamos por nenhum tipo de problema, temos sido bem atendidos e a organização das cidades e da Fifa está muito boa. Por isso já planejamos ir à Copa da Rússia [em 2018] para, se tudo der certo, torcermos pela seleção de nosso país [Peru]", acrescentou.
O suiço Lionel Holzaer, 30 anos, diz não ser fã de futebol. "Mas adoro festas e adoro viajar", completa. Segundo ele, o Brasil tem "boas condições" para receber os turistas. "Minha maior dificuldade tem sido com o idioma". Dona de uma lanchonete na Torre de TV, chamada GO Minas, Elza Alve Lobo não fala inglês. Mas usa de muita simpatia para compensar essa limitação, além de ter preparado um cardápio em português, inglês, francês e espanhol. "Faço questão de conversar ou tentar conversar com todos. O clima é de muito entusiasmo, muita alegria".

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Romário e Ronaldo - Copa 2014!!

"Estamos juntos torcendo pelo Brasil", essa foi a mensagem passada pelos já consagrados jogadores e campeões pela seleção canarinho, Romário e Ronaldo as vesperas do inicio dos jogos da Copa de 2014 no Brasil, ambos dizem ter saudade de jogar pela seleção brasileira e ainda brincam e dizem que poderiam fazer parte do grupo atual. Julgam o time brasileiro com grandes possibilidades de ser consagrado campeão em casa, cita também que a seleção Holandeza e Alemã merecem destaque pelos resultados, nesse inicio dos jogos.


Gustavo Kuerten - Copa 2014

Em entrevista, nosso tenista e campeão, diz descontente pelas inúmeras vezes que é citado como motivador de movimentos como #naovaitercopa, sente-se ofendido e está aberto para dar explicações.
E diz: "O Brasil esta enfrentando um momento único no esporte, temos dever como cidadão brasileiro, fazer com que essa seja a melhor copa de todos os tempos, temos que abrir as nossas porta ao esporte internacional, isso é bom para todos esportistas do Brasil.



Paulo Coelho - Rumo a Copa de 2014!

Esta Copa será mágica!
Não vou negar que duvidei por várias vezes que a Copa do mundo poderia acontecer aqui no Brasil, mas esta tudo dando muito certo, como num toque de magia.
Paulo Coelho Escritor





Ronaldo "Fenômeno" - Torce pelo Brasil em 2014!




Apresentador Marcos Mion - Agradece pela Copa no Brasil!!



sexta-feira, 13 de junho de 2014

Copa 2038! VEJA de Volta para o futuro

De volta para o futuro


























Copa 2038!! Brasil....

Perguntar não ofende!!

Perguntar não ofende

Xingar Dilma Roussef!!!

Xingar Dilma Roussef foi grosseria indesculpável

Quando Ronaldo disse estar “envergonhado” com os desacertos da organização da Copa, Dilma Rousseff reagiu à moda de Nelson Rodrigues: “Tenho certeza que nosso país fará a Copa das Copas. Tenho certeza da nossa capacidade, tenho certeza do que fizemos. Tenho orgulho das nossas realizações. Não temos por que nos envergonhar. Não temos complexo de vira-latas.”
Nesta quinta-feira, Dilma submeteu seu orgulho a teste na tribuna de honra do Itaquerão. Dali, assistiu à partida inaugural da Copa do Mundo. Dessa vez, tentou blindar-se no silêncio. Absteve-se de discursar. Não funcionou. Como queria a presidente, a torcida exorcizou o vira-latismo. Mas, desamarrando suas inibições, incorporou um pitbull.
Ao entoar o hino nacional, ao ovacionar os jogadores, a arquibancada tomou-se de um patriotismo inatural. Contudo, rosnou com agressividade inaudita ao dirigir-se a Dilma. Fez isso uma, duas, três, quatro vezes. Diferentemente do envelope de uma carta ou do e-mail, a vaia não tem nome e endereço. Pode soar inespecífica. Como no instante em que o serviço de som anunciou os nomes de Dilma e de Joseph Blatter.
Até aí, poder-se-ia alegar que o destinatário da hostilidade era o cacique da Fifa, não Dilma. A coreografia estimulava a versão. Blatter levantou-se. Dilma manteve-se sentada. O diabo é que o torcedor, salivando de raiva, tratou de dar nome aos bois. Foi assim no coro entoado nas pegadas da cerimônia de abertura da Copa.
“Ei, Dilma, vai tomar no c…'', rosnava um pedaço da multidão. “Ei, Fifa, vai tomar no c…”, gania outra ala. Quando Dilma foi exibida no telão do estádio vibrando com o segundo gol do Brasil, arrostou, solitariamente, uma segunda onda de xingamentos. Após a comemoração do terceiro gol, ela ouviu um derradeiro urro: ‘Ei, Dilma, etc…”
O que fizeram com Dilma Rousseff no Itaquerão foi indesculpável. Vamos e venhamos: ela não era nem culpada de estar ali. Com as vaias da Copa das Confederações ainda não cicatrizadas, Dilma teria ficado no Palácio da Alvorada se pudesse. Foi ao alçapão do Corinthians porque o protocolo a escalou.
Vaiar autoridade em estádio é parte do espetáculo. Numa arena futebolística, dizia o mesmo Nelson Rodrigues, vaia-se até minuto de silêncio. Porém, ao evoluir do apupo para o palavrão, a classe média presente ao Itaquerão exorbitou. Mais do que uma pose momentânea, o presidente da República é uma faixa. Xingá-la significa ofender a instituição.
Quando o xingamento é transmitido em rede mundial, adquire uma pungência hedionda. No limite, o que a torcida fez na tarde desta quinta-feira foi informar ao planeta que o Brasil está deixando de ter uma noção qualquer de civilidade.
Quando o fenômeno atinge uma platéia como a do Itaquerão, com grana para pagar os ingressos escorchantes da Fifa, a deterioração roça as fronteiras do paroxismo. Evaporam-se os últimos vestígios de institucionalidade.
A sociedade tem os seus abismos, que convém não mexer nem açular. Dilma não se deu conta disso. E vive a cutucar os demônios que o brasileiro traz enterrados na alma. Fez isso pela penúltima vez no pronunciamento levado ao ar na noite da véspera. Muita gente achava que ela merecia uma reprimenda sonora. Mas a humilhação do xingamento transpassou a figura da presidente, atingindo a própria Presidência.
Quem deseja impor a Dilma um castigo que vá além da vaia, tem à disposição um instrumento bem mais eficaz do que a língua. Basta acionar, no silêncio solitário da cabine de votação, o dedo indicador. O gesto é simples. Mas a pata de um pitbull não é capaz de executá-lo.

http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2014/06/13/xingar-dilma-roussef-foi-grosseria-indesculpavel/

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Pois bem a "torcida do contra" esta caladinha.... Brasil venceu "baby" há aqueles "american guy" estão deprimidos Brasil comprou ou não comprou, nem sabem mais, ... se Brasil perde é ruim. se ganha é ruim também...

Brasil 3x1 Croácia

Neymar marca segundo com com pênalti  (Foto: AP Photo/Felipe Dana)